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Mostrando postagens de 2015

silvamoonlake

Ozymândias.

"O que o tordo dissera", de Keats.

"Feriados santos", de Longfellow.

Um natal com Robert Louis Stevenson.

"Árvores de Natal", de Frost.

"A Rês", de Thomas Hardy.

Um, digamos, poema natalino de Wordsworth.

Um dedo de prosa na dedada dos outros.

"A poeira da glória", Martim Vasques da Cunha.

Nobel: um prêmio admirável.

Poderio, engrenagens e vai saber o quê mais.

A dificílima concepção do inconcebível.

"A mulher calada", de Janet Malcolm.

"Soneto burocrático", de José Lino Grünewald.

"Política", de Yeats.

Mulheres e prêmios literários.

Mapa do maroto.

Anne Bradstreet (1612 - 1672).

Eu vejo com bons olhos essas coisas aí de vlogs

"Velejando para Bizâncio", de Yeats.

A ressonância acústica de Coleridge.

Henry King (1592 - 1669).

Algernon Charles Swinburne (1837 - 1909).

Soneto 20. Shxpr.

Caldas Barbosa (1740 - 1800).

Um poema de Marianne Moore à luz da alteridade.

Um poema satírico exemplar.

Cyrano de Bergerac.

Kobayashi Issa (1763 - 1828).

Robert Herrick (1591 - 1674).

A respeito de um soneto de Augusto dos Anjos.

Uma discussão desencontrada.

Paul Verlaine (1844 - 1896).

Uma pequena nota sobre Bruno Tolentino.

"O prazer do poema", antologia pessoal de Ferreira Gullar.

Os irmãos Castilho.

Albas.

Trans*.

Henry Wadsworth Longfellow (1807 - 1882).

Dois pitacos.

Duas passagens de Macbeth.

Omar Khayyam (1048 - 1131) e Edward Fitzgerald (1809 - 1883).

OMNIA VINCIT AMOR.

John Dryden (1631 - 1700).

Banzando-Basta.

Padraic Colum (1881 - 1972).

"Ecce Puer", de James Joyce.

A primeira frase do FW.

Finnegans Wake. A canção.

Começo do capítulo 8 do FW.

Thomas Hardy (1840 - 1928).

"Leda e o Cisne", de Yeats.

Richard Nixon (1914 - 1994).

Edmund Spenser (1552 - 1599).

A ode 85 de Catulo.

O gato e o guarda-geleias de William Carlos Williams.