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Mostrando postagens de 2016

Os melhores de 2016.

Um poema-objeto de Ferreira Gullar.

Bob Dylan, Nobel de literatura 2016.

Um soneto de Adriano Scandolara.

Bienal.

"Quando fores grisalha", de Yeats.

Um rápido comentário sobre Guilherme de Almeida.

Carlos Alberto Nunes, transcriador.

Uma belíssima estrofe de Dante.

"Seja este o poema", de Philip Larkin.

um poema de cummings

As peripécias de um leitor de livros digitais.

Apropriação cultural.

O espaço de cinco anos na poesia de Nydia Bonetti.

Sobre o conceito de literatura feminina.

Florestas de símbolos.

Crítica, a tal da crítica.

Os poemas e a época.

"Os invernos da ilha", Rodrigo Duarte Garcia.

Johann Wolfgang von Goethe (1749 - 1832).

"A morte de Virgílio", Hermann Broch.

"Os anéis de Saturno", W. G. Sebald.

Alba. Só que nesse caso, outra.

O maior poeta do século XXI será um computador.

Palavras, palavras, palavras.

Casimiro de Abreu (1839 - 1860).

A lista negra de Constantino.

Vivas exceções.

"Prometeu Desacorrentado e outros poemas", de Percy Shelley.

Tony Harrison (1937 - )

A versão de Bruno Tolentino para "O Cemitério Marinho", de Paul Valéry.

Um poema de Natal de Ricardo Domeneck.